Retornar às bilheterias em meio a uma pandemia é algo difícil de se fazer, ainda mais tentar atrair o público de volta ao cinema de forma segura é algo extremamente complicado. Mulher Maravilha 1984 chegou as telonas trazendo a tentação de ver a continuidade da história de Diana Prince, mas sinto informar, não vale a pena o risco. O filme, teoricamente uma sequência do primeiro, foge daquela premissa que assistimos. Nesse vemos uma mulher maravilha(Gal Gadot) mais solitária e ainda bastante triste e presa a tudo que aconteceu no longa anterior, além da tentar superar todas as perdas que ela teve ao longo dos anos. Mesmo assim a personagem não deixou de ser uma mulher doce, empática e preocupada com a humanidade. Ela só não é mais tão ingênua.
Dito isso, vemos nossa protagonista chefiando um setor no Smithsonian, o mesmo cargo que ela possui em Liga da Justiça, é aí que ela conhece Bárbara Minerva (Kristen Wiig) que no decorrer do filme se torna uma personagem chave e a principal antagonista das histórias da Mulher Maravilha. Já que estamos falando de personagens Pedro Pascal está fantástico no papel de Max Lord, mesmo com um personagem completamente ambicioso e lunático ele consegue cativar em frente as câmeras e fazer você prender sua atenção na atuação dele. Se você assim como eu foi trouxa ficando triste com a morte do Steve Trevor (Chris Pine) no 1° filme, boas notícias para você: ele volta para "ensinar" novas lições para a Diana e aprender muita coisa com ela nesse "novo mundo" pra ele. A química entre os dois atores continua insana.














